A origem do presépio se remete ao século 13, quando em 1223, São Francisco de Assis, frade católico, criou a primeira peça, na região de Lácio, na Itália, para explicar às pessoas como aconteceu o nascimento de Jesus. O costume então se espalhou entre a realeza, e, em 1567, a Duquesa de Amalfi montou em seu castelo um presépio com 116 figuras que ilustravam as cenas da chegada de Cristo. Mas foi somente no século 18 que a tradição passou a fazer parte das casas de pessoas comuns.
O presépio, que em hebraico significa a manjedoura dos animais
A exposição, além de reunir peças inusitadas como a representação da sagrada família dentro de uma casca de noz e de pinhão, mostrará ao visitante um pouco mais sobre a história, origem, personagens e curiosidades dessa tradição. A maior parte da coleção pertence ao acervo pessoal do vice-reitor, José Ivo Follmann: “Eu tenho aproximadamente 135 peças, que fui ganhando e comprando desde 2000. Tenho presépios de vários países e regiões, como Colômbia, Peru, Bolívia e Venezuela. Comecei a colecionar essas obras porque que acho que elas expressam a diversidade cultural desses lugares num fato central tão importante, o nascimento de Cristo.”