A participação exigia a elaboração de um texto literário, crônica, conto ou poema que partisse de um fato ou personagem relatado em algum artigo da revista. “Fiz uma crônica a partir de uma matéria de Daniel Pinchbeck, que tratava do livro que ele escreveu baseado na profecia Maia sobre o fim do mundo. Em certo ponto, a matéria também aborda o quanto é importante para as pessoas receberem prazos. Assim, escrevi uma história 'meio maluca' que questiona o porquê de necessitarmos de prazos para realmente tomarmos algumas incitativas”, conta Roberta.
Com nível de inglês avançado, Roberta é aluna do Unilínguas desde 2003, formou-se em Ciências Biológicas na Unisinos e pretende fazer uma pós-graduação na área em que trabalha atualmente: ensino da língua inglesa. “Sempre gostei de inglês. Respeito este idioma, pois ele não é tão simples como todos alegam, mas com estudo e dedicação ele é muito mais descomplicado que outros”, afirma.
Inglês é a linguagem mundial. Aprender o idioma é essencial para estudantes e universitários. Sempre nos deparamos com ele em produtos, propagandas, marcas, slogans, filmes, músicas e até nas nossas roupas. Segundo a bióloga, a língua inglesa já está inserida no nosso cotidiano. “Muitas fontes de informação são em inglês, como revistas científicas, conferências e manuais. Além disso, o domínio do idioma é fundamental para quem pretende viajar, pois sempre há uma grande possibilidade de encontrar, pelo menos, uma pessoa que fala inglês, seja ela nativa ou não.”