O objetivo da exposição é mostrar parte do acervo, que é relacionado com o que Darwin estudou entre 1800 e 1900. “Uma parte da vida e das experiências do pesquisador pode ser vista aqui”, disse o professor de biologia da Unisinos Martin Sander. Um dos atrativos do espaço é a réplica da Tartaruga de Galápagos, um dos ícones das viagens de Darwin até os arquipélagos.
A exposição, que se encerra em 17/9, conta com a colaboração e o apoio do zoológico de Sapucaia, do Instituto Anchietano, e do Eco-museu de Hermenegildo em conjunto com o museu paleontológico Tavares de Mello.