“A Cipa surgiu em 1978, quando o Brasil era campeão mundial de acidentes de trabalho. Cerca de 20 pessoas faleciam por dia. Hoje, esse número foi reduzido a oito”, lembrou o engenheiro de segurança do trabalho, Rogério Bueno de Paiva. Ele afirmou ainda que o momento de transição de gestão pelo qual o grupo está passando reforça o sentimento de motivação que deve guiar os integrantes.
Na sequência, o diretor de recursos humanos Vanderlei Langoni de Souza refletiu sobre a importância de conscientizar a comunidade acadêmica para evitar infortúnios. “Para nós, a expressão ‘saúde ocupacional’ refere-se também ao aluno, não apenas ao funcionário. Portanto, devemos pensar e agir de acordo com um maior nível de complexidade para garantir a segurança de todos”, pontuou. O diretor também mencionou alguns dos resultados obtidos nas fiscalizações dentro da universidade: “Temos uma legislação boa na Unisinos que nos permitiu concluir as últimas auditorias sem inconformidades. Ou seja, não possuímos pendências de adequação às normas de prevenção”.
A presidente da gestão 2010/2011, Letícia Hentz Boesing, foi reeleita para o cargo. Ao todo, 14 membros compõem a equipe, sendo sete selecionados por professores e funcionários, e sete indicados pela universidade. O objetivo da Cipa é promover a saúde e a integridade física de alunos, professores e demais colegas de trabalho.
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